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quarta-feira, 6 de abril de 2016

VISÃO POLÍTICA

REDES SOCIAIS: USO ABUSIVO EM CERTAS CIRCUNSTÂNCIAS


A cerca de algumas das investidas e de cada construção relativa á informação que circunda os grupos políticos e às CÚPULAS Partidárias buiquenses, em meio aos trâmites de acordos políticos, alinhado a tudo isso encontramos uma ferramenta que talvez esteja sendo utilizada de uma forma que venha a prejudicar alguns acordos políticos.

Os famosos Grupos de Watsapp tornaram-se um COMITÊ VIRTUAL e é por onde se abrem e fecham-se portas. Ladeado a isso cada conjuntura partidária criou seus grupos, em determinadas situações circulam informações adversas a tal ponto a desconstituir uma candidatura e por outro lado, prejudicar alguns candidatos com tamanho acirramento.
É muita informação, muito disse que me disse!
Julgamentos precipitados infundados são publicados sem o menor pudor até mesmo do respeito. Geram-se conflitos e desconfortos em determinadas ocasiões entre os membros.
Ânimos se exaltam, acusações disso e daquilo, muita balela e bajulação, alguns idolatram demais seus candidatos enquanto outros os endeusam e acham que a campanha além de ter começado em off... já se somam os vitoriosos.
Alguns não deixam passar despercebidos seus principais interesses enquanto outros por sua vez, apenas buscam o melhor. Diante de tanta informação, o cuidado que se deve ter em notificar e publicar notícia disso e daquilo termina por atrapalhar os próprios pré-candidatos e toda a estrutura de uma campanha.
Estamos certos de que alguns grupos não estejam utilizando de forma íntegra as redes sociais para propagar suas propostas e fazem alusões desnecessárias fazendo USO ABUSIVO EM CERTAS CIRCUNSTÃNCIAS.
A ideia da utilização de ações de marketing político nas mídias sociais já está nos projetos de vários candidatos para este ano, mas a pergunta é: Será que os candidatos e suas respectivas equipes de campanha estão preparados para enfrentar o desafio das mídias sociais?
Se levarmos em consideração o que presenciamos em alguns grupos, podemos dizer que ainda não. Parece que os candidatos entenderam que marketing eleitoral nas mídias sociais seria apenas uma questão de jogar para o formato digital, peças criadas para o marketing político convencional, o que certamente não é o caminho.
Entenda:

O marketing político nas mídias sociais parte de dois posicionamentos básicos em relação à audiência nas redes sociais:
Interação com o eleitor – A troca de informações e opiniões entre candidato e eleitores sobre as questões do dia a dia. A construção colaborativa e em tempo real de propostas de governo através da participação dos eleitores através dos diversos canais digitais.
Engajamento da audiência – O engajamento se reflete através da participação dos participantes da mídia social como repassadores das mensagens de campanha. A criação e consolidação de uma militância digital capaz de multiplicar o público impactado pelas mensagens enviadas e defender os elementos da proposta de governo.
Sem estes elementos a campanha de marketing político nas mídias sociais não fará o mínimo sentido já que em primeiro lugar, não terá caráter elucidativo e em segundo lugar não resultará em nenhum acréscimo de valor à proposta inicial.
#BuíqueDaGente


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